segunda-feira, 30 de junho de 2014

ressaca infinita

Entramos no seu apartamento escuro, bêbados, agarrados. Você já tinha desabotoado meu short e minha blusa, e eu sua camisa. Abri seu cinto grudada na sua boca. Estava frio mas eu estava quente, quase suando. Você também. Saímos nos arrastando pelas paredes e finalmente entramos no seu quarto. Você trancou a porta, me empurrou pra cama e veio por cima. Arrancou as peças que sobraram, as minhas e as suas. Puxou meu cabelo, disse que eu era linda, arrastando a boca no meu pescoço. Seu toque era de enlouquecer, firme, forte. Pirei e só deus sabe o quanto.
Acordei no outro dia numa puta ressaca. A ressaca do sucesso. De noite faríamos tudo de novo.

Um comentário: